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quarta-feira, 13 de maio de 2009

Chrysler pede concordata em NY e insiste em aliança com Fiat

Da Redação
Em São Paulo
(Texto atualizado às 15h01)

A fabricante de automóveis dos Estados Unidos Chrysler anunciou nesta quinta-feira que entrou com pedido de concordata em um tribunal de falências de Nova York. Isso inclui a requisição de rápida aprovação de aliança com Fiat, companhia que terá, inicialmente, 20% de participação na americana.

O pedido de proteção contra a falência (equivalente à antiga concordata no Brasil, hoje chamada de recuperação judicial) não vale para as operações da empresa em outros países e não significa que ela vá deixar de existir.

Segundo o site do Judiciário nos EUA na internet, a medida significa que a empresa vai receber um prazo para manter o negócio funcionando e apresentar um plano de reorganização de modo que possa pagar seus credores e voltar à saúde financeira.

A maior parte das operações produtivas serão temporariamente paralisadas a partir de 4 de maio como parte da reestruturação. A Chrysler comunicou que poderá deixar o processo de proteção contra falência em 30 a 60 dias, mesmo prazo que a empresa estipulou para a volta do cronograma normal de produção.

O presidente-executivo da empresa deixará cargo após a conclusão da concordata e a aliança com a Fiat. Ele se disse pessoalmente decepcionado com o pedido de proteção judicial.

Nardelli afirmou, em comunicado, que voltará ao fundo de investimentos Cerberus, que até agora era proprietária da Chrysler, como conselheiro.

"É um momento apropriado para deixar que outros assumam a liderança na transformação da Chrysler com a Fiat. Trabalharei de forma próxima com todas nossas partes interessadas para que esta nova companhia emerja rapidamente com um fechamento bem-sucedido da aliança" afirmou Nardelli.

(Com informações da EFE)

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